setembro 23, 2016

5 formas de usar bandana

A bandana voltou! E dessa vez, totalmente livre pra fazer o que você quiser da cabeça aos pés. As famosas do street style já estão usando com os tipos mais variados de roupas, tornando a bandana um dos acessórios mais versáteis.

Eu que amo muito esse trend resolvi mostrar 5 formas de usar sua bandana que além de linda é barata e fácil de encontrar.

Dá uma olhada:
COMO GARGANTILHA
Todo mundo sabe como as chokers se tornaram queridinhas dos looks street style e agora você pode usar sua bandana como uma gargantilha! É só dobrar a bandana até que ela fique no tamanho certinho do seu pescoço. O legal é não deixa aparecer o nozinho, imitando realmente uma chocker. Além disso, é ainda mais cool quando se acrescenta colares fininhos.  
COMO PULSEIRA
Nos pulsos a bandana traz um ar despojado ao look. Fica linda com várias pulseiras ou relógio no mesmo ou no outro pulso. Pra esse tipo fica legal fazer com uma bandana menor, pra que não fique tão volumoso. Além disso, dá pra usar com o nozinho aparecendo ou não, fica ao seu critério. 

JEITO CLÁSSICO
O jeito clássico da bandana é no pescoço com o nozinho aparecendo. Looks boho, rocker, simples, todos ficam lindos com ela. Essa forma de usar é boa nos dias mais quentes, em que você pode deixa-la soltinha pra não esquentar. Minha combinação preferida com a peça é a camiseta soltinha + calça jeans. 

NA  CABEÇA

Inspiradas nas pin up, a bandana na cabeça é outro clássico. Fácil de usar com vários looks. Além dessa forma de usar, também é legal enrolar a bandana no coque, usar como uma faixa grossa na cabeça. 
NA CINTURA
Sim, eu sei, quando dizem que a bandana é versátil, ela é REALMENTE versátil. Dá até pra usar como cinto. Apesar de não segurar a calça, dá um visual muito cool e diferente nos looks. É só escolher a melhor cor e arrasar!

setembro 22, 2016

Vestido boho + Coturno

Nunca tive um estilo certo. Tem dias que gosto de usar saias e roupas fofinhas, em outros, gosto de um jeans rasgado e uma blusa largada, mas se tivesse que escolher um estilo, seria boho.

Boho, é na verdade, uma mistura de estilos. Junta hippie, étnico, boêmio, vintage, punk, romântico, folk e é essa variedade que me faz amar o boho. 

Por isso criei esse look, com um vestido super boho e acessórios que complementam o visual.

PS: O maxi colar está disponível na minha loja. Veja aqui.

Dá um olhada:




setembro 19, 2016

O labirinto do fauno e o poder de imaginação

Estou no segundo ano do ensino médio e a medida que cresço é exigido de mim maior maturidade, responsabilidade e a capacidade de fazer grande escolhas. Percebo que o passar dos anos, sou engolida, sem que eu se querer saiba, pelo mundo real. Ou melhor, o mundo dos adultos.

Um mundo onde é preciso mergulhar no sistema, por mais que não se queira, e lidar com ele. Adultos estão sempre correndo. Correm pro trabalho, pro almoço, correm pra casa, correm pela vaga no concurso, correm pelas contas não pagas, correm pela comida na mesa, correm, correm e correm.

Dias desses me vi sentada na beira da cama. Parada. E me perguntei, quanto tempo fazia que simplesmente fiquei parada, só sentindo a respiração, o coração desacelerado, batendo com calma. Fazia tempo.

Mas é preciso seguir. Procura-se uma fuga, e nos deparamos com a imaginação.

A personagem Ofélia, do filme O Labirinto do Fauno encontrou sua fuga. Uma menina de 10 anos, apaixonada por livros e contos de fada que passa a morar numa cidade do interior com sua mãe, por vontade do marido Vidal, que lidera tropas facistas no combate de grupos rebeldes, sendo um homem extremamente violento e frio. Diante sua realidade, Ofélia passa a viver em suas fantasias um mundo que por mais perigoso que pareça, é muito mais seguro que o mundo real.

Quando vi esse filme, me veio a ideia de que é preciso existir uma Ofélia dentro de cada um de nós. Vivemos uma realidade em que nosso ser clama pela imaginação, já que é nela, que podemos esquecer preocupações, as dores, e escapar da realidade, que muitas vezes, nos assusta. É onde o crescer, pode não ser algo ruim. Sem a imaginação somos massinhas prontas para serem moldadas, porque não possuímos vontades e aspirações, então simplesmente absorvemos tudo que o mundo escolher.

De certa forma, o mundo lá fora nos endurece. E cabe a nós, manter a ordem dentro de nós. Impedir que endureçam nosso coração. Impedir que esse mundo cheio de máquinas nos torne uma também.

A imaginação nos leva ao infantil, ao mais puro que já fomos um dia.

O mundo atual possui um vírus contagioso de seriedade, e qualquer médico recomendaria uma dose de imaginação por dia.


setembro 17, 2016

4 filmes pra ver nesse final de semana

Se tem uma coisa que adoro é fazer maratona de filmes. Sempre que tenho tempo essa é uma ótima opção. É só colocar a pipoca no microondas, se ajeitar no sofá e curtir filmes bons!

O grande problema é que passo horas procurando na internet ou no Netflix sinopses de filmes que me interessem. Acaba que passo mais tempo lendo do que vendo os filmes.

Para acabar com esses problemas, separei alguns que vi recentemente pra você assistir já nesse final de semana!

O Labirinto do Fauno
(El laberinto del fauno)
Direção: Guillermo del Toro    Gênero: Fantasia, Suspense    Ano: 2006
O filme se passa na Espanha de 1944, no término da Guerra Civil, onde grupos de rebeldes ainda lutam nas montanhas no norte de Navarra. É onde vive Ofélia desde que sua mãe se mudou para lá para se casar com o cruel e frio Capital Vidal. Ofélia passa a imaginar um mundo de fantasias que por mais perigoso que pareça ser, é muito mais seguro que o mundo real em que vive. É filme profundo que nos faz refleti sobre a importância da imaginação diante a uma realidade que, muitas vezes, nos assusta. Foi nomeado para 6 Oscars e venceu 3.

Segredo dos Seus Olhos

(El Secreto de Sus Ojos)

Direção: Juan José Campanella    Gênero: Drama  •  Ano: 2010
Bejamin Esposito se aposentou do cargo de oficial de justiça de um tribunal e passou a escrever um livro sobre uma de suas investigações em que uma jovem foi estuprada e assassinada. Na época, trabalhou com Pablo Sandoval, seu grande amigo, e com Irene Menéndez, sua chefe, por quem nutre uma paixão secreta. Uma história completa, não somente sobre um caso policial, mas também sobre amor, amizade, medo, justiça e o real sentido de uma vida vazia. Ganhou vários prêmios, entre eles, o Osca de melhor filme estrangeiro. 


Rain Man
(Rain Man)
Direção: Barry Levinson    Gênero: Comédia, Drama  •  Ano: 1989
Charlie é um jovem que ao saber que seu pai faleceu, passa a procurar o "beneficiário" a quem seu pai havia deixado três milhões de dólares. Ele descobre que foi seu irmão Raymond, cuja existência ele desconhecia. Autista, Raymond é capaz de calcular problemas matemáticos com grande velocidade e precisão. Charlie sequestra o irmão da instituição onde ele está internado para levá-lo para Los Angeles e exigir metade do dinheiro, nem que para isto tenha que ir aos tribunais. Durante a viagem temos contato com uma linda história de descoberta entre dois irmãos e como o amor pode transformar vidas. Por mais diferentes que as pessoas sejam, é sempre o amor que as une. 

Meia noite em Paris
(Midnight in Paris)
Direção: Woody Allen    Gênero: Comédia, Romance    Ano: 2011
Gil é um escritor sonhador que sempre idolatrou grandes escritores, imaginando ser como eles. Em sua viagem para Paris, com sua noiva, Inez, que não leva a sério seu trabalho, o escritor passa a se questionar sobre si mesmo e encontra na sua amada Paris, algo fantástico que o fará mudar os rumos de sua vida. É um filme leve, mas com uma capacidade de te prender e surpreender da mesma forma que o personagem principal ao viajar por Paris. Além do incrível cenário, uma boa dose de cultura.  

E você? Já viu algum desses? Deixe aqui nos comentários.


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setembro 12, 2016

Brandon Flowers e a importância da música


A música do Brandon Flowers ou The Killers me acompanhou do início da minha adolescência até hoje. Cada música parece ser única, tenho um sentimento inexplicável.

A música Miss Atomic Bomb é um exemplo disso. Talvez essa seja minha música preferida de todas, não pela letra, ou pelo clipe, ou pelo cantor, ou por nada. É simplesmente pelo sentimento que tenho ao ouvi-la. Um sentimento que se renova cada vez que ponho os fones de ouvidos e a coloco. Sejam em momentos tristes ou felizes, foi escutando Miss Atomic Bomb que percebi a real importância da música na minha vida: me inspirar.

É aquela melodia que te abraça sem precisar de braços. São por aquelas palavras que em harmonia te despem de si mesmo e descobrem seus sentimentos mais profundos. É simplesmente sentir.

É estar naquele show lotado e sentir o peito explodir de emoção. Dançar pela sala com uma música animada. Chorar com uma melodia de rock ou rir com uma música triste, porque tem tanta história por trás de cada uma. Seja de que tipo for, ela alivia o espírito, acalma e nos dá a motivação no meio de tanta desesperança.
 

E assim, depois de Miss Atomic Bomb, as músicas do The Killers continuaram a me conquistar uma por uma. Recentemente, Brandon lançou um álbum solo, se tornando mais um trabalho que amei e não tiro mais da minha playlist de favoritas.

Criei uma playlist com algumas que adoro. Espero que gostem e se sintam inspirados ao ouvir.



E você? Me conta nos comentários que música que mexe com seu coraçãozinho...