Dia desses, organizando o computador, encontrei algumas fotos e vídeos antigos. Fiquei por horas vendo e relembrando aqueles momentos. Pensando em como as coisas costumavam ser.

Tanta coisa mudou.

Algumas pessoas importante entraram na minha vida tão de mansinho que eu nem imaginava o quanto elas iriam mudar quem eu era. Outras, saíram da mesma forma, devagarzinho. Quando pisquei os olhos, elas já não estavam mais lá. Por vezes, foi doído, mas me acostumei, superei.

E assim a vida foi, em pequenos ou grandes passos, pequenas ou grande decisões, fui entrando por estreitos caminhos, encontrando novos rumos, tropeçando em alguns pedaços irregulares e difíceis. Sofri quando estava triste e sorri o maior sorriso possível quando a felicidade retornou.

Cresci buscando quem eu era no mundo e descobri que essa é uma caminhada pra vida, que não para nunca. Mas me dá orgulho de hoje olhar pra trás e ver tudo aquilo que eu não sou mais, aquilo que não tenho mais.

Aceitei e entendi que estou em uma constante construção.

Mas, sou feita de memórias. Sigo meu caminho segurando a bagagem da minha vida, todas as histórias, momentos, tudo aquilo que aprendi em cada pedacinho da minha eternidade neste mudo.

E isso não é ruim. Olho pra trás para ver o quanto andei e quanto ainda tenho que andar. Isso, pra mim, é entender que a vida se constitui de momentos e que nunca iremos ser os mesmos para sempre.


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